O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres brasileiras, e também um dos que mais se beneficiam da detecção precoce. Quando identificado no início, as chances de tratamento bem-sucedido superam 90%. A mamografia é a principal ferramenta para isso.
A partir de que idade?
As principais sociedades médicas brasileiras, Sociedade Brasileira de Mastologia, CBR e FEBRASGO, recomendam mamografia anual a partir dos 40 anos para mulheres sem fatores de risco.
Antes dos 40, o rastreamento pode ser indicado para quem tem:
- Mãe, irmã ou filha com câncer de mama antes dos 50 anos
- Mutação genética conhecida na família (BRCA1/BRCA2)
- Histórico de radioterapia no tórax
Nesses casos, o início e a frequência são definidos individualmente pelo médico.
Com que frequência repetir?
Para a maioria das mulheres, uma vez por ano. A comparação com exames anteriores é parte importante da análise, por isso, leve sempre suas mamografias antigas, mesmo que feitas em outro serviço.
O exame dói?
A compressão das mamas dura poucos segundos e é necessária para a qualidade da imagem: quanto mais fina a camada de tecido, mais nítida a visualização. Duas dicas reduzem o desconforto:
- Agende para a semana seguinte ao fim da menstruação, quando as mamas estão menos sensíveis
- Evite cafeína em excesso nos dias anteriores
Mamografia e autoexame: um não substitui o outro
O autoexame ajuda você a conhecer suas mamas e perceber mudanças, mas ele identifica nódulos a partir de 1 a 2 cm. A mamografia detecta lesões milimétricas, anos antes de serem palpáveis. Faça os dois: o autoexame mensalmente, a mamografia anualmente.
Preparo para o dia do exame
- Não use desodorante, talco ou cremes nas mamas e axilas (podem aparecer na imagem)
- Vista roupa de duas peças para facilitar
- Traga pedido médico e exames anteriores
Onde fazer em Moema
A UCD realiza mamografia em Moema com equipamento dedicado, laudo por especialistas em imagem mamária e estrutura pensada para seu conforto e privacidade.
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Este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica. Converse com seu ginecologista ou mastologista sobre o rastreamento ideal para você.